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Quais são as chances de uma mulher ter uma gestação de gêmeos?

18/05/2016 - 15:27:41

“Sempre quis ter dois bebês. Qual é a probabilidade de ocorrer uma gestação gemelar? Quem está mais propenso?”

A incidência de gemelaridade é variável, de população para população. No Brasil, a ocorrência de uma gestação de gêmeos bivitelinos é de, aproximadamente, 10 a cada 1 000 casos - independentemente do fator genético. Quando consideramos gêmeos univitelinos (ou idênticos), esse número cai para cerca de 3 casos a cada 1 000 nascimentos.

Quando existem gêmeos não idênticos na família, a probabilidade de uma gravidez gemelar aumenta, principalmente se o histórico for do lado materno, pois fatores genéticos podem fazer com que a mulher libere dois ou mais óvulos em um mesmo ciclo menstrual. Nestes casos, há de 5 a 10 vezes mais chances de desenvolver esse tipo de gestação.

Outro fator de risco para uma gravidez múltipla é a idade materna avançada. Mulheres mais velhas, após os 37 ou 38 anos, tendem a liberar mais óvulos por ciclo. Quem já teve gêmeos em outra gravidez tem maiores chances em tê-los novamente - também em razão da ovulação dupla. No caso daquelas que tomam anticoncepcional e engravidam logo no primeiro mês de ovulação natural (após a interrupção da pílula), a probabilidade de uma gestação gemelar também cresce, pois há maior liberação do hormônio folículo estimulante (FSH), um dos responsáveis pela regularização dos processos reprodutivos.

Os tratamentos de reprodução assistida também oferecem riscos de gestação múltipla. Nos casos do coito programado e da inseminação artificial, por exemplo, a probabilidade pode aumentar de 20 a 30%. Já quando é realizada a fertilização in vitro (FIV), a gemelaridade está relacionada à quantidade de embriões que são transferidos para o útero. Quanto maior esse número, maior é a chance de gravidez gemelar! Por exemplo, quando um único embrião é transferido, a taxa de gemelaridade fica em torno de 1 a 1,5%. No caso de dois embriões, a probabilidade aumenta para 18% e, quando são transferidos três embriões, esse número sobe para 23%. 

Maurício Chehin, colaborador do Setor Integrado de Reprodução Humana da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (Unifesp-EPM) e médico especialista do Grupo Huntington Medicina Reprodutiva

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia




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